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sexta-feira, 24 de junho de 2011

Rasura...











































Rasura...
Me desculpe o mesmo gesto, meu constante gesto insano, que por mais que a mente negue, teu coração ele marcou... Como a lógica dos fatos, que eu traí a todo instante, rasurando nosso branco, com a mistura que eu sou. Me desculpe o gesto louco, a aspereza da loucura, inda queima no meu calmo, doido e calmo coração, mas por que, se a gente é tanto, nosso amor sofreu rasura?
Nosso inconfundível gesto eu desfiz na minha mão... Me desculpe, ou melhor, não... Me abrace e comemore, que a rasura que foi feita, foi perfeita na sua hora... E mais que o mais perfeito, rasurar valeu a pena, como esteve rasurado o primeiro original do mais lindo poema.

4 comentários:

  1. Oi querida!
    Linda essa fatia do Oswaldo Montenegro!
    Obrigada pela partilha!Não imaginas o bem q me fez...
    Beijos...com carinho...Mila.

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  2. rfazer e reler.. sempre a releitura da vida se faz..
    beijos querida.. bom findi..

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  3. Osvaldo Montenegro é um grande poeta. Seus versos musicados, sempre são cheios de emoções. Adorei.
    Bjux

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  4. Oi Ani !!
    Que linda confissão...
    Ao verbalizarmos certas coisas, passamos melhor ainda por elas...
    Um lindo fim de semana cheio de luz pra ti,
    Bjokas

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