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domingo, 14 de novembro de 2010

Ainda sou aquela menininha...

Ainda sou aquela menininha...
O passado já era... O futuro ainda não chegou... E hoje, ah o hoje é um presente!
E é por isso que eu te peço que você bem no fundo dos meus olhos e perceba que a porta deles pra você não tem mais segredos. A quem é que a gente pensa que engana com a nossa loucura? Por isso hoje eu insisto em fazer bem diferente do que aprendi. E sempre que preciso for eu insistirei em recomeçar bem diferente do que já fiz. No passado não existe mais nada e no futuro também nada há de vir. Um dia me disseram que sonhar era lindo e ingênuo, mas hoje não queremos mais sonhar, mas que sonhem os que de nós hão de vir. O que eu quero e preciso hoje é te provar que ainda sou aquela menina que não dorme sem planejar coisas terrivelmente gostosas, coisas insanas, que não encosta a cabeça no seu peito sem imaginar uma forma de te agradar, aquela que fez do som das tuas risadas um canto lindo ao hoje que você tanto teme, uma festa em homenagem a loucura de amar insanamente. E no futuro onde quer que a gente esteja, estarei feliz e minha alma estará dançando  como asinhas de  borboletas, voando uma linda dança no ar. E em qualquer lugar que a gente esteja, estarei sempre de olhos abertos para perceber a sua menor tristeza e colocar no teu olhar o mais doce e simples sorriso. A vida está sempre em mutação e tudo se transforma, até o mais puro amor... E isso não é ruim, mas também não é bom. O importante é ouvir o som da tua respiração me chamando de volta pra você.